Vivemos uma avassaladora e crescente força de transformações na Mulher e nas
suas percepções de importância e papéis na construção de uma sociedade mais
justa e harmonizada. Em certos setores da sociedade, como no de Educação, a
Mulher mais e mais responde pelas decisões e vetorização de rumos sendo que, no
campo da Educação Corporativa, a Mulher já mais que maioria, é a própria força
dominante, do alto dos 80% pelo menos de cargos técnicos e de gestão que são -
merecidamente - ocupados por Mulheres. A ABTD, curiosamente uma entidade do
gênero feminino, nesse momento busca abrir o assunto para discussão e libertá-lo
de vez das amarras dos séculos de domínio da força pela força, em seu lugar
instalando a força pela Razão/Emoção em ebulição e harmonia.
Objetivos:
- Oportunizar uma panorâmica histórica e não comprometida da Mulher como
fenômeno sociológico e explosão política.
- Debater mitos e crendices sobre os ciclos da evolução e da libertação da
Mulher no papel organizacional.
- Elencar as forças e diversos poderes das competências de liderança nitidamente
femininas e contextualizar sua aplicações e efeitos.
- Compartilhar percepções sobre a autoblindagem emocional da Mulher no papel de
liderança: masculinização jamais!
- Dividir a expectativa de respostas para perguntas que há muito afligem
empresas e instituições: como seres tão diferentes podem ser tão próximos no
papel da liderança?
Conteúdo Programático:
- Abertura emblemática: enfim livres!
- Contrato andragógico: deveres de todos no evento pelo sucesso de todos no
evento.
- Painel introdutório: mulheres que mudaram o mundo e ninguém se deu conta!
- O que as mulheres-lideres têm em comum e que nem sempre se encontra nos
homens?
- O que os homens temem na mulher a quem devem se reportar: queixas e receios
masculinos e como devem ser administrados por sua líder.
- Situações-criticas nas quais o confronto deixa de ser entre cargos/funções e
passa a ser homem versus mulher...e o que todos perdem com isso.
- Competencias universais de liderança e competencias femininas de liderança:
pontos de aderência.
- Enfim, o tabu: como é que fica a atração que transcende e ignora papéis e
hierarquia e deságua nas relações do dia-a-dia corporativo.
- RH estratégico em ação: educando homens, libertando mulheres, aproximando
semelhantes.
- Consolidação e encerramento.
BENEDITO MILIONI
GRADUADO
EM SOCIOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO, 40 ANOS EM RH AUTOR DE 26 LIVROS E 25 MANUAIS
TÉCNICOS. DIRIGIU TREINAMENTO PARA MAIS DE 2980 GRUPOS E CERCA DE 67000
TREINANDOS, DOS QUAIS PERTO DE 34000 DE RH CONFERENCISTA EM EVENTOS NACIONAIS E
INTERNACIONAIS. É DIRETOR TÉCNICO DA ABTD ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREINAMENTO E
DESENVOLVIMENTO, PELA QUAL FOI O COORDENADOR CIENTÍFICO DO CBTD 2001 - CONGRESSO
BRASILEIRO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO BEM COMO DO CBTD 2002, 2003 E 2004.
FOI MEMBRO DA COMISSÃO CIENTÍFICA ATÉ 2008. E-MEMBER DA ASTD AMERICAN SOCIETY
FOR TRAINING AND DEVELOPMENT. PRESTOU SERVIÇOS A MAIS DE 340 EMPRESAS NO BRASIL
E NO EXTERIOR (AMÉRICA LATINA, AMÉRICA CENTRAL, ÁFRICA E EUROPA).
Site: www.milioni.com.br
E-mail: milioni@milioni.com.br