ABTD faz cobertura em tempo real da ASTD 2011 pelo Twitter
Publicado em 23/05/2011 às 10:22:23
Escrito por ABTD
A equipe da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento estará na ASTD Chicago na próxima semana e enviará tweets direto do Congresso para o perfil da ABTD. Os seguidores da Associação (
@abtd) poderão saber as novidades do T&D e conferir fotos do evento, tudo em tempo real
Para acompanhar tudo isso, acesse www.twitter.com/abtd e siga-nos.
Lições de Bin Laden para a área de RH
Publicado em 05/05/2011 às 22:22:30
Escrito por ABTD
*Por:
Alcides Ferri
Uma
avaliação consistente, por ocasião do
processo
seletivo, é fundamental para que ocorra uma escolha acertada
– no intuito de
que o candidato esteja alinhado à cultura da
organização.
Um
fato curioso e até mesmo irônico, que salta aos
olhos, na história de Osama bin
Laden é que, num dado momento, ele e os americanos lutaram
do mesmo lado contra
os soviéticos no Afeganistão. Tal
relação teve início quando os Estados
Unidos,
através da CIA (Agência
Central de
Inteligência), apoiou um grupo, liderado por Bin
Laden, a fim de
combater a invasão russa no Afeganistão
(1979-1989). Os objetivos de Osama, até
então, parecia ter um caráter muito mais
operacional do que ideológico. No
entanto, os Estados Unidos estava “dormindo com o
inimigo” e fazendo um favor
para quem seria o seu maior rival.
Bin
Laden encontrou, nesta relação e apoio, terreno
favorável para fundar a organização Al
Qaeda (“A Base”) e agir, posteriormente,
por meio de ações terroristas. Sua
relação com os Estados Unidos, no auge da
chamada "guerra fria", foi oportuna – pois, mesmo sendo rico,
ele se
beneficiou com o tempo que precisava, com a liberdade, com armas,
dinheiro e
capacitação, para criar sua infraestrutura do
terror. Demonstrou que “os fins
justificam os meios”. Em 1991 decidiu opôr-se aos Estados Unidos por
não aceitar a
presença do mesmo na Arábia – passou
a ser de aliado a inimigo número um, tendo em vista os
ataques terroristas
efetuados contra o país (EUA), mais precisamente os
ocorridos em 11 de setembro
de 2001.
Não
fosse talvez o apoio dos Estados Unidos e sua
interpretação de que Osama bin Laden era o homem
ideal a ser recrutado para os
objetivos propostos, possivelmente os episódios de
terrorismo teriam sido
minimizados. No entanto, deu no que deu.
De
igual forma, hoje, no ambiente organizacional é
preciso muita cautela, por parte da área de Recursos Humanos
e seu subsistema
de Recrutamento e Seleção, na ocasião
da contratação de um novo colaborador –
a
fim de que erros não sejam cometidos no sentido de trazer
para dentro da
empresa uma pessoa orientada por objetivos e valores que não
coadunam com os da
organização.
É
notório observar empresas que dão todo o
treinamento
necessário e capacitação para que o
profissional se desenvolva e se familiarize
com a execução do trabalho, tornando-o mais
preparado e apto. Também é de
conhecimento que muitas empresas reclamam que o profissional, uma vez
treinado
e preparado, acaba indo para o concorrente – ocasionando
custo porque haverá necessidade
de se treinar outro profissional e ainda benefício da
concorrência em
detrimento da empresa anterior.
A
raiz do problema, muitas vezes, está no início do
processo. Ou seja, a política de
retenção e de valorização
de talentos deverá
estar atrelada a fase de recrutamento e seleção.
Desde o primeiro momento o
candidato deverá passar por etapas que
identificarão não apenas se ele é o
profissional certo para a vaga certa, mas se ele é o
profissional certo para a
empresa certa. No entanto, nem sempre se sabe determinar,
principalmente, qual
a pessoa certa – e, a princípio, o que parecia ser
a solução acaba sendo o
problema. Por isso, é importante a
descrição de cargo estar balizada nos
principais traços culturais da
organização.
Além
de exigir conhecimento técnico dos candidatos e que tipo de
formação o cargo
exige, é primordial a procura por pessoas com
competências muito específicas às
necessidades da empresa. O candidato pode até ter
conhecimento (saber) e
habilidade (saber fazer), mas se sua atitude/comportamento (querer
fazer)
destoa daquilo que a empresa espera dele – fatalmente, se
houver a contratação,
os envolvidos confrontar-se-ão com possibilidades de riscos
para a empresa.
O
outro lado também é
verdade! Quando o colaborador não consegue perceber sua
importância dentro da
organização e sente que seus objetivos
não combinam com os da empresa ou que
não são contemplados pela empresa, provavelmente
buscará novas oportunidades em
outros lugares, preterindo assim a empresa que o contratou.
É fundamental que
ocorra, desde a contratação, compatibilidade de
valores entre a organização e o
colaborador, a fim de que haja capacidade de
adaptação de ambos.
Uma
avaliação mais precisa, por ocasião do
processo
seletivo, evitará erros e promoverá uma escolha
mais acertada, objetivando
harmonia entre empregado e empregador. Caso contrário,
“um estranho no ninho”
sempre será sinônimo de problemas futuros, ainda
que no presente se mostre
útil.
*Autor:
Alcides Ferri tem formação Superior em
Recursos Humanos e Pós-Graduado em Gestão
Estratégica de Pessoas. Experiência
de 14 anos na área de Recursos Humanos.
Experiência de 09 anos na área
Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de
Construção Civil, Rede
Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Participante ativo no CONARH
–
Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, com projetos
voltados para área de
RH. Atualmente atua como Palestrante Comportamental/Motivacional -
realizando
palestras, in company, na área de Treinamento e
Desenvolvimento, objetivando
inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de
seu
autodesenvolvimento, visando à
superação das lacunas e carências
existentes em
suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na
carreira.
Contato:
alcidesferri@bol.com.br
http://www.alcidesferri.blogspot.com/
Lições do casamento real para a área de RH
Publicado em 05/05/2011 às 11:25:03
Escrito por ABTD
*Por:
Alcides Ferri
A
integração de diferentes
gerações
(tradicionais, baby boomers, geração X,
geração Y e geração Z)
é a receita de
sucesso para alavancar empresas e solidificar a imagem perante os stakeholders.
Com o casamento do príncipe
William (o
segundo na ordem de
sucessão ao trono) com Kate Middleton, muito se cogita se a rainha
Elizabeth II abdicará do trono em favor do neto, preterindo
desta forma o filho
Charles (o primeiro
na ordem de sucessão ao trono). O desejo
de muitos britânicos por William subir ao trono é
pelo fato de dizerem que
Charles jamais teve carisma ou empatia para isso. Pontuam que Charles
tem uma
imagem desgastada e também a idade o
“desqualificaria”, tendo em vista que é
o
mais velho Príncipe de Gales longe do trono em contraste com
toda a vitalidade
e jovialidade do príncipe William.
No
entanto, deixando de lado a questão de imagem relacionada ao
príncipe Charles,
sabe-se que ele é sim preparado e, a despeito da idade, esta
lhe confere
experiência para assumir o trono com propriedade,
já que William, embora
simpático, inteligente e a figura
mais popular da família real – ainda necessita,
segundo a rainha Elizabeth II,
passar por um estágio para aprender a ser rei, tendo em
vista que a realeza
entende que William ainda não está apto para tal
posição.
Com
a responsabilidade de, futuramente, subir ao trono
– William deverá passar por uma espécie
de treinamento, objetivando estar
plenamente preparado a fim de desempenhar suas
funções da melhor forma. Porém,
muito provavelmente deverá aguardar um longo tempo antes que
a partida de sua
avó e de seu pai lhe permita assumir. Até
lá, a monarquia inglesa se solidifica
e ganha força, com o casamento real, justamente porque
está sabendo aproveitar o
que as diferentes gerações podem oferecer.
William
se mostra moderno e despojado. Continuará
atuando, por um tempo, como piloto de helicópteros da
Força Aérea Real
Britânica e posteriormente passará por um preparo
mais intenso a fim de se
familiarizar com a posição de rei. Já
Kate, dá mostras de oferecer estabilidade
emocional a William, se apresenta simpática, disciplinada e
querida dos
súditos. A aceitação, por parte da
realeza, da origem plebéia de Kate demonstra
um exemplo, vindo de cima, de que a separação de
classes parece se desfazer.
Sendo assim, o Palácio
de Buckingham aposta no casal, com
suas
características aliadas a experiência dos demais
membros da realeza, para
garantir a popularidade da monarquia inglesa e revigorar
a imagem junto aos súditos e admiradores.
Trazendo
tudo isso para o ambiente organizacional, vem
à tona aquilo que é chamado de conflito das
gerações presentes nas empresas, já
que existem profissionais de diferentes faixas etárias
atuando juntos no
ambiente corporativo, cada um com suas características e
atributos peculiares.
Temos: tradicionais (nascidos até 1950), baby
boomers (nascidos entre 1951 e 1964),
geração X (nascidos entre 1965 e 1983),
geração Y
(nascidos entre 1984 e 1990) e
geração Z (nascidos a partir de 1991 –
uma continuação da geração
Y).
A
importância de conciliar tais gerações,
através da
área de Gestão de Pessoas, é um
desafio para as empresas – pois se sabe que os
resultados positivos são oriundos da boa
interação e harmonia entre diferentes
profissionais. As
gerações precisam se entender e absorver, por
meio de troca de
conhecimento, o
que cada uma tem de bom a oferecer as outras e consequentemente em prol
das
organizações.
Cada
geração tem seu potencial e suas
limitações. No
caso da geração Y é que essa tem muito
potencial para
desenvolver, porém esse potencial tem que ser ainda
trabalhado. As gerações
anteriores podem apresentar, por exemplo, dificuldades com a tecnologia
e ou
idiomas, no entanto a experiência e maturidade são
relevantes.
As
empresas que sabem se valer dessas diferenças e
importantes características se beneficiarão
diante dos interessados no negócio,
os stakeholders.
Para tanto, é importante contemplar os jovens
sem desprestigiar os velhos.
Quando
Kate adentrou a Abadia de Westminster,
milhões
de pessoas puderam observar o piso do templo – um vistoso
piso de ladrilhos
quadriculado em preto e branco, justamente para transmitir a ideia de
que para
se chegar a Deus é preciso, primeiro, conviver com as
diferenças.
*Alcides
Ferri tem formação Superior em Recursos
Humanos e Pós-Graduado em Gestão
Estratégica de Pessoas. Experiência de 14 anos
na área de Recursos Humanos. Experiência de 09
anos na área
Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de
Construção Civil, Rede
Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Participante ativo no CONARH
–
Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, com projetos
voltados para área de
RH. Atualmente atua como Palestrante Comportamental/Motivacional -
realizando
palestras, in company, na área de Treinamento e
Desenvolvimento, objetivando
inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de
seu
autodesenvolvimento, visando à
superação das lacunas e carências
existentes em
suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na
carreira.
Contato:
alcidesferri@bol.com.br
http://www.alcidesferri.blogspot.com/
Cultivando uma Força de Trabalho Inovadora
Publicado em 21/04/2011 às 23:18:49
Escrito por ABTD
CEO, Idea
Connection Systems
Robert
Rosenfeld
CEO,
Idea Connection Systems
Inc.
Conduzindo
inovação
Se você quer cultivar uma
força de
trabalho inovadora, então é preciso primeiro
determinar o quanto você está
interessado em inovação.
Também é preciso decidir se quer
inovações
incrementais ou revolucionárias (breakthroughs). Se quiser ambas,
então precisará de tipos
diferentes de pessoas. Toda
inovação
começa com pessoas transformando problemas em ideias. Então deve
haver um meio de traduzir estas
ideias em realidade. Se
eu quero criar
uma orquestra, eu preciso entender que precisarei de diferentes
instrumentos
para criar o melhor som. Quais
instrumentos eu vou escolher depende do tipo de música que
eu escolher. Inovação
também requer mais de um instrumento
e o líder precisa conduzir as
inovações como conduziria a orquestra.
Princípios de
Inovação
Há oito
“princípios humanos”
básicos de inovação.
Eles formam a
essência do processo de inovação e seu
ambiente.
1. O primeiro princípio é
determinar o
tipo de inovação na qual eu estou mais interessado.
Isso mudará com o tempo.
Sempre
há ciclos que requerem inovações
revolucionárias e ciclos que requerem avanço
incremental. É
preciso saber o que estou
procurando antes que eu possa criar um processo de descobrimento. Por exemplo, em uma
fábrica é mais provável
que eu busque uma inovação incremental para
manter a mesma operando sem
problemas e com eficiência com o passar do tempo. Contudo, ao passar dos
anos, a empresa
provavelmente descobrirá que todas as melhorias incrementais
disponíveis já se
esgotaram e que será necessário uma
inovação revolucionária, de algum tipo
ou a
empresa começará a decair.
Por outro
lado, uma empresa de tecnologia pode procurar mais
inovações revolucionárias
regularmente dada a natureza de seu
negócio e o ambiente competitivo no qual vivem.
2. O
segundo princípio é que inovação
precisa de um sistema. Um
sistema de inovação não é
algo que está
separado da cultura corporativa. Na
verdade, a cultura determina o tipo de sistema de
inovação que funcionará
bem. Tentar criar
uma inovação
revolucionária em uma
cultura que
apenas apoiará melhoria contínua é
algo que está predestinado a falhar.
Necessidades de inovações diferentes requerem
sistemas diferentes. Existem
pelo menos cinco sistemas únicos que
podem ser aplicados. Por
exemplo, se
você quer uma abordagem de inovação
“de baixo para cima”, então um sistema
“assistido pela origem” pode funcionar melhor.
Se você quer uma abordagem “de cima
para baixo” então um sistema
“direcionado a inovação” pode
funcionar melhor.
E não importa qual sistema você
escolha, há um processo que deve ser
empregado para mover ideias através de uma ferramenta de
comunicação – um
processo que acrescentará, definirá, ou
eliminará ideias ao longo da ação,
portanto garantindo que apenas as “melhores” ideias
passarão pelo funil das ideias/inovação.
3. O
terceiro princípio refere-se ao líder
de inovação ajudando os funcionários a
entender que paixão leva à
inovação: é o combustível que
alimenta o fogo
da criação.
A dor é simplesmente um
ingrediente secreto do processo, e o líder da
inovação tem que ajudar os
funcionários a trabalharem com isso.
Não
há nada tão doloroso como uma nova ideia tentando
abrir caminho em um sistema
estabelecido. Porque
haverá dor,
impasses, frustrações, falsos inícios,
etc, apenas pessoas com paixão podem
levar os conceitos mais radicais ao sucesso.
4. O quarto princípio é a
co-locação.
A idéia de que inovações
são feitas por um único empresário
operando
sozinho num porão é, praticamente em todos os
sentidos, um mito. Se
a inovação tiver que acontecer, ela só
acontecerá quando os funcionários trabalham
juntos e o façam bem próximos uns
dos outros. Eles
tem que estar fisicamente
presentes uns aos outros, não apenas se comunicando pela
internet. Esta
é a única maneira de construir
confiança
entre os membros da equipe assim como entre a equipe de gerenciamento. Isso também
facilita conversas que às vezes
acendem novas idéias que são extremamente valiosas para o processo inovativo.
Quanto mais arriscado é o projeto, mais a
co-locação é necessária. Alguns projetos
não requerem muita co-locação
(são mais baseados em tarefas), mas aqueles que requerem a
fertilização cruzada
dos pensamentos devem ser mais tempo de
co-locação.
5. O
quinto princípio no processo de
inovação é a
habilidade para alavancar as diferenças nas pessoas.
Um líder de inovação deve
entender e estar apto a utilizar os estilos
criativos de solução de problema de cada membro
da equipe, tipo de
personalidade e temperamento. Estes
estilos diferentes se mostrarão úteis em
diferentes momentos no processo de
inovação. Um
talento não é necessariamente
melhor do que outro, mas eles devem ser eficazmente combinados para se
chegar a
uma conclusão bem sucedida.
Voltando ao
exemplo da orquestra, muitas pessoas pegam os instrumentos mas
não sabem como
efetivamente alavancá-los.
E alavancar a
informação necessária é
essencial para o processo de inovação.
6. O
sexto princípio é entender
que as
sementes da destruição estão presentes
na hora da criação, quer ela resulte em um novo produto,
processo, estrutura, etc. Toda inovação bem
sucedida é baseada numa série de
suposições sobre
pessoas – o que importa
e funciona para elas. Por
exemplo, o
Modelo T da Ford foi extremamente bem sucedido.
Mas seu sucesso era baseado na
suposição de que havia um enorme mercado
para carros baratos. Por
algum tempo
esta foi a verdade. Mas
com o tempo, as
pessoas quiseram se “diferenciar”.
Eles
estavam dispostos a pagar um pouco mais para terem um carro melhor. Ford continuou firme em
sua idéia inicial e
isso custou caro para ele. No
final, ele
perdeu uma significativa fatia do mercado.
7. O
sétimo princípio é que “valores
intangíveis” conduzem uma
organização. Enquanto
valores tangíveis tais como
lucratividade e outras coisas pode ser facilmente medidas
também os valores
intangíveis tendem a conduzir as atividades
diárias das pessoas. Valores
intangíveis são
por exemplo, o nível de motivação,
como as pessoas se sentem
em relação a empresa e a elas
próprias, como elas interagem umas com as outras,
e como esta qualidade de interação afeta os
resultados tantos de curto prazo
como os de longo prazo. A
atenção a
estes elementos mais sutis e difíceis de serem medidos
importam muito no
processo de inovação.
8. O
oitavo e final princípio lida com a importância
crítica de se desenvolver confiança
entre as pessoas e a importância do
foco a algo que tem sido um assunto tabu em negócios
– “amor”.
Quando as pessoas realmente se importam com seu trabalho,
seus colegas,
e sua empresa, seu nível de comprometimento aumenta muito. Eles se tornam
“donos” e não
“contratados”.
Eles se importam em
alcançar resultados significantes assim como conseguir fazer
o bem aos
outros. Eles
conseguem um balanço entre
o curto e o longo prazo. Elas
fazem com
que a empresa seja, usando uma frase de Jim Collins, “feita
para durar”.
O
Processo de Cultivo
O processo de cultivo de uma
força
de trabalho inovadora deve começar com um exame do tipo de
cultura que existe
dentro da empresa. A
empresa também deve
tomar decisões sobre um portfolio de
inovações.
Ele pode focar em avanços incrementais ou breakthroughs, ou em uma mistura dos dois. Qualquer que seja a
escolha, a empresa tem
que ter o sistema correto para permitir que a
inovação ocorra e, claro, os
princípios de inovação têm
que ser visivelmente apresentados e vividos.
Criando
um Ambiente Inovador
Ao cultivar uma força de
trabalho
inovadora, o tom deve ser estabelecido por altos executivos. Isto irá se espalhar através
da
empresa, permitindo que cada pessoa esteja atualizada quanto ao
processo. Sempre
teremos áreas diferentes na empresa
que são melhores numa coisa do que em outras.
Altos executivos devem celebrar estas
diferenças. Por
exemplo, uma área da empresa pode ser
mais adequada para inovações
revolucionárias
por terem a liderança correta,
funcionários, cultura, diversidade,
estrutura, sistemas, etc. para dar-lhes apoio.
Por outro lado, o mesmo poder ser dito sobre uma outra
área se a
melhoria contínua é o que se precisa para
alcançar a visão e missão da
empresa. Por
exemplo, operações
industriais precisam celebrar inovação
(normalmente incremental por natureza)
que está associada com melhorias em processo e qualidade. De forma similar,
departamentos de Pesquisa
& Desenvolvimento (R&D)
em
empresas de tecnologia precisam celebrar
inovações breakthrough. Ambos os tipos
de inovação são críticas
para o sucesso da empresa ao longo prazo.
Melhores
Práticas
A melhor prática para
cultivar uma
força de trabalho inovadora é encontrar um
líder que possa estabelecer a
cultura certa que encoraje o tipo de inovação que
a empresa precisa. Se
a liderança no topo não sabe como
estabelecer a cultura certa para o portfolio de
inovação que desejam, então a
empresa não será bem sucedida.
A
infraestrutura da empresa deve ser criada para permitir que as pessoas
gerem
novas idéias assim como
implementem
os projetos que eles acreditem ser importantes.
Cultivando
uma Força de Trabalho Global
Esforços para cultivar
uma força
de trabalho inovadora são diferentes em cada local. A força com que
novas idéias são geradas e
seguidas variam de cultura para cultura.
Por exemplo, a motivação de uma
pessoa na China é diferente de uma
pessoa nos EUA, que é diferente da Índia.
Cada cultura tem seus próprios pontos fortes e
pontos cegos que podem
ser considerados quando se cria um sistema inovador.
Esta é uma das razões pela qual
tentar
repetir o que foi bem sucedido em um país é
frequentemente muito menos bem
sucedido em outro. Independente
de
local, contudo, um líder inovador é essencial.
O líder deve entender a cultura que vive e
motivar as pessoas baseadas
em sua cultura. A
abordagem “um para
todos” não funciona.
Contudo, conforme
mencionado, há uma série de princípios
que se aplicam em todos os locais apesar
de terem que ser implementados de acordo com as
características da cultura
local.
Maiores
Desafios
Os três maiores desafios
em
cultivar uma força de trabalho inovadora são
encontrar o líder inovador
correto, construir confiança, e estabelecer uma
infraestrutura apropriada:
1. Um líder global deve
ser sentir
confortável em vários locais.
Ele ou ela
deve ter o estilo que for preciso para mover a empresa para frente.
2. O líder deve ter a
confiança
das pessoas da organização.
Eles têm que
acreditar nele ou nela e estarem dispostos para seguir a
liderança desta pessoa
se a empresa quer ser realmente inovadoras.
3. A infraestrutura deve permitir
que as idéias fluam e que sejam desenvolvidas e
implementadas. Este
sistema não deve ser burocrático e deve
se ajustar a cultura corporativa.
De acordo com o diagrama de Venn,
a inovação é um círculo, e
a cultura é outro.
O que temos em comum é uma cultura inovadora. Quando cultivando uma
força de trabalho
inovadora, o foco é este ponto em comum que
contém os oito princípios da
inovação que devem ser aplicados na
organização conforme for necessário. Este processo pode parecer
muito simples, mas
não é. Qualquer
coisa a respeito das
pessoas e como elas interagem sempre será complexa. Mas se qualquer destes
princípios não são
levados
em consideração, então o
processo de inovação, no pior dos casos
falhará, ou melhor, falhará em oferecer o
nível de inovação desejado ou
necessário.
ESCRITÓRIO
REGIONAL IDEA CONNECTION SYSTEMS
PEPITA
SOLER – DIRETORA AMÉRICA LATINA
innovating@pepitaconsultoria.com
www.pepitaconsultoria.com
(55 21) 9955-7026 & (55 21) 579-0638
RH e Vendas x Cérebro e Coração
Publicado em 16/07/2010 às 10:21:17
Escrito por ABTD
RH e Vendas x Cérebro e Coração
Por Alexandre Slivnik
Frequentemente os colaboradores das áreas de RH e Vendas discutem (ou pensam) que a sua respectiva área é a mais importante dentro da organização.
As duas áreas são importantíssimas, pois sem elas, as organizações não andam e podem "morrer". Fazendo um paralelo com a vida das pessoas (corpo humano), acreditamos que o RH seja o Cérebro e Vendas seja o Coração. Até para as pequenas empresas, VENDAS e RH estão presentes! Todo mundo vende alguma coisa e todo mundo faz gestão de pessoas.
Sem Vendas (Coração), a morte é instantânea. Se uma empresa não vende, não fatura e, consequentemente, tem prejuízos. Sem RH (Cérebro), a morte é lenta, porém, dolorosa. Se o cérebro pára de funcionar, não adianta o coração bater que a empresa não terá mais vida!
Assim como no corpo humano, todos os órgãos (departamentos) são importantes e vitais para o funcionamento da vida, sendo assim, vamos pensar agora em trabalhar em CONJUNTO, pois Coração não vive sem o Cérebro e vice-e-versa!
Trabalhamos todos (RH/Cérebro e Vendas/Coração) por um único objetivo: PELA SAÚDE DA ORGANIZAÇÃO.
VIVA A VIDA!
ABTD realiza novo sorteio pelo Twitter
Publicado em 08/06/2010 às 09:15:25
Escrito por ABTD
Depois do sucesso na participação do primeiro sorteio da ABTD via Twitter, lançamos hoje nossa segunda promoção no microblog. Sortearemos o livro "Motivação e Vendas" de Alfredo Castro.
A obra de Castro aborda como vender valor aos seus clientes e aumentar seus resultados. O livro conta com tópicos como: "O vendedor e a sua estratégia de vendas", "Identificar e superar objecções", "Negociar para atingir resultados", entre outros assuntos.
Para participar, siga a @abtd e retweet a mensagem sobre a promoção. O ganhador receberá o prêmio via correio.
http://www.twitter.com/abtd
ABTD faz cobertura em tempo real da ASTD pelo Twitter
Publicado em 15/05/2010 às 21:50:35
Escrito por ABTD
A equipe da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento estará na ASTD Chicago na próxima semana e enviará tweets direto do Congresso para o perfil da ABTD. Os seguidores da Associação (
@abtd) poderão saber as novidades do T&D e conferir fotos do evento, tudo em tempo real
Para acompanhar tudo isso, acesse www.twitter.com/abtd e siga-nos.
Educação Corporativa: Reflexão e Treinamento
Publicado em 17/11/2009 às 10:49:09
Escrito por ABTD
A competição sempre esteve presente nas dinâmicas de mercado. Tais disputas são evidentemente motivadas pela razão básica da sobrevivência. Organizações regidas pelo modelo capitalista, só se mantêm se forem capazes de realizar lucros.
Portanto, uma empresa e suas ações só podem ser de fato compreendidas no âmbito de seus respectivos mercados. A observação, mesmo superficial dessas condições, deixa evidente que um dos fatores primordiais ao acirramento da competição associa-se à queda contínua e significativa ao longo do tempo dos custos de informação.
Essa redução induz a uma padronização tanto de produtos como dos serviços. As possibilidades de diferenciação tornam-se crescentemente mais dependentes dos processos e das pessoas.
A necessidade de aprimoramento do homem na sua formação intelectual aumenta o nível de exigência das atividades educacionais. As escolas e universidades cumprem sem dúvida um importante papel. Entretanto, as empresas, em seus nichos específicos precisam também envidar esforços para a qualificação dos funcionários. A educação corporativa deve orientar-se por transcender os limites estreitos dos programas de treinamento, para se constituírem em verdadeiros núcleos permanentes de reflexão. A inovação depende da criatividade. Esta por sua vez depende do nível de informação e interação entre os indivíduos.
O LABFIN - Laboratório de Finanças e o PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração, orientados por essa perspectiva, desenvolvem programas em todas as áreas da gestão das organizações. O LABFIN e PROVAR estruturam e realizam programas de educação corporativa atendendo as necessidades específicas das empresas contratantes.
Prof. Dr. Cláudio Felisoni de Angelo
Diretor-presidente da FIA e Presidente do Conselho do PROVAR
projetos@provar.org
www.fia.com.br/projetosempresariais
Última semana de desconto nas inscrições para o CBTD
Publicado em 04/11/2009 às 10:55:18
Escrito por ABTD
Até o dia 16 de novembro os profissionais que se inscreverem para participar do 24º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento ganharão R$300,00 de desconto para participar do maior Congresso latino-americano de T&D.
Mais de 70% das vagas já foram preenchidas. No ano passado o CBTD recebeu mais de 2000 participantes, e neste ano o número deverá ser ainda maior. Participando do CBTD2009 os profissionais podem assistir às palestras magnas e participar das atividades paralelas, além de ter a oportunidade de visitar a ExpoRH e fazer muito networking.
A feira reúne diversas empresas que trazem aos congressistas as novidades de suas organizações. Neste ano a ExpoRH contará com a presença da Softrade, UNIMONTE, FIA, Beto Carreiro World, Crescimentum, Senac RJ, Siamar, SLA Coaching, Fenix, Cruz Verde, Positivo e muitas outras organizações fornecedoras para RH e Treinamento.
Não perca tempo e faça sua inscrição com desconto no CBTD clicando aqui.
ABTD Inicia Pesquisa T&D2009
Publicado em 27/10/2009 às 09:36:33
Escrito por ABTD
Com o objetivo de formar o retrato do treinamento no Brasil 2009/2010, a ABTD iniciou hoje mais uma pesquisa T&D, na qual os participantes responderão como foi o ano de 2009 em suas empresas e quais as previsões para o próximo ano.
São quatro breves perguntas, sendo apenas uma dissertativa, e as demais, objetivas. As respostas dos profissionais de T&D/RH são fundamentais para que os gestores possam avaliar este ano e se preparar para 2010, através das tendências do mercado.
Para responder a pesquisa e contribuir, basta clicar aqui. Os participantes terão acesso aos resultados da pesquisa.
Revista T&D Inteligência Corporativa Promove O T&D Techknowledge Fórum 2009
Publicado em 22/10/2009 às 10:12:38
Escrito por ABTD
"Como a Tecnologia pode apoiar as ações de Educação Corporativa e Aprendizagem" é o tema do próximo fórum da revista T&D Inteligência Corporativa. Este evento vai mostrar e debater conceitos, casos de sucesso e soluções para o uso inteligente da Tecnologia como apoio para facilitação da aprendizagem profissional nas organizações. O T&D TECHKNOWLEDGE FÓRUM 2009 será realizado nos dias 25 e 26 de novembro próximo, no Centro de Negócios de São Paulo. O evento é limitado a 50 participantes.
Você já parou para pensar em quantas novas formas de interação, aprendizagem, compartilhamento e redes sociais surgiram nos últimos anos ou meses? As empresas estão cada vez mais preocupadas, ou pelo menos deveriam estar, na busca de formatos mais adequados e eficientes para utilizar as novas tecnologias no treinamento e desenvolvimento de seus colaboradores. Nem tudo funciona para todos e nem todos tem condições de usar tudo, por isso temos que ir com calma e contar um time de recursos humanos e apoios externos, os especialistas, que possam encarar essa batalha de frente e que consigam mesclar o uso desses meios de forma coerente com o atual estágio de desenvolvimento dos colaboradores na empresa. Não dá para mudar da água para o vinho em uma noite sem antes haver um trabalho interno na empresa que prepare o time, seria um choque muito grande e possivelmente o fracasso seria eminente.
É muito simples e até mesmo sofisticado comentar e divulgar que a empresa adota práticas de gestão do conhecimento ou outro termo requintado. Pois bem, conhecimento e gestão andam juntos, mas muitas vezes isolados. Os especialistas entendem que, na maior parte das vezes, estão isolados. Vejamos um exemplo: ter um sistema de gestão do conhecimento que mapeie cada um dos colaboradores e seus supostos conhecimentos e informações, mas na prática, quem gerencia esse rio de dados para dizer o que tem ou não valor? Ou o que tem ou não coerência? Ou ainda o que pode ser descartado ou o que é inteligência do negócio? Quem? Em uma empresa com trinta funcionários é uma coisa, mas em uma empresa com quinhentos, dois mil ou trinta mil funcionários, quem gerencia pra valer essas informações?
Uma ação de gestão do conhecimento deve ir muito além do que um único sistema pode fazer, ela, no mínimo, deve contemplar as atuais formas de troca, compartilhamento, redes sociais e aprendizado que estão disponíveis, pois o conhecimento está e ocorre em várias instâncias, ainda mais nas novas modalidades que estão em pleno uso na web. Uma avalanche de ambientes com intuito de compartilhar, trilhar, encontrar, linkar, comunicar, divulgar, buscar, etc, atuam no nosso dia a dia. É o caso dos famosos MSN, Orkut, Facebook, Blog, Myspace, Ning, Youtube, LinkedIn, Twitter e muitos outros . É informação que não acaba mais e a todo instante.
A Revista T&D Inteligência Corporativa entende que a visão de RH e Educação Corporativa deve ir além das fronteiras e paradigmas estabelecidos pelos conceitos mais enraizados nas formas de aprendizado e desenvolvimento. Teorias pouco eficientes ou ultrapassadas e práticas tímidas não elevam e nem mudam o patamar esperado pela alta direção das empresas. Para auxiliar os profissionais responsáveis pela gestão da aprendizagem nas organizações, a Revista realizará o T&D TECHKNOWLEDGE FÓRUM 2009 em São Paulo, nos dias 25 e 26 de novembro de 2009.
Serviço
Evento: T&D TECHKNOWLEDGE FÓRUM 2009
Data: 25 e 26 de novembro de 2009.
Horário: das 8h30 às 18hs.
Local: Centro de Negócios de São Paulo - Rua 13 de maio, 717 - Bela Vista - São Paulo.
Programa completo: acesse T&D Techknowledge Fórum 2009
Inscrições: Contate nossa Central de Atendimento - fone (11) 5073-3222 ou por e-mail: adm@rtd.com.br
Indicação De Livro Sobre Empregabilidade
Publicado em 19/10/2009 às 12:27:52
Escrito por ABTD
Empregabilidade: competências pessoais e profissionais apresenta de forma clara e acessível, temas fundamentais para o bom desenvolvimento de uma carreira profissional e conta com o prefácio do jornalista Heródoto Barbeiro.
O livro parte do princípio de que a carreira profissional depende de fatores que vão além de conhecimento e habilidades. Aborda temas que englobam desde visão de mundo, ética e projeto de vida até comunicação, competitividade, mercado de trabalho e planejamento financeiro. Para ilustrar esses temas, a obra contém diversos quadros explicativos que ajudam a fixar os conteúdos, exercícios no fim de cada capítulo para reforçar o aprendizado e estudos de caso para entender como o mercado de trabalho funciona na prática.
Todas essas características tornam Empregabilidade: competências pessoais e profissionais ideal para todos que estão iniciando sua vida profissional, bem como para aqueles que querem entender melhor as sutilezas ligadas à empregabilidade.
Você encontra este livro nas melhores livrarias físicas e on-line. Se preferir, acesse www.pearson.com.br.
Minuto T&D Já Está No Ar!
Publicado em 04/08/2009 às 12:51:19
Escrito por ABTD
O Minuto T&D, já começou a ser enviado. Quem não recebeu ainda, ou que ainda não está no mailing da ABTD, pode acessar o conteúdo através do link http://www.abtd.com.br/MinutoTeD/2009-08-01_minutoTeD_00001.htm . Se você já recebeu ou já acessou o conteúdo pode indicar o Minuto T&D para um amigo ou companheiro de trabalho através do link http://portal.abtd.com.br/indicacao.html. Quinzenalmente o nosso boletim estará em seu email. Desfrute e comente aqui no blog sobre suas impressões.
Tatiane Leiser
Depto. Comunicação
tatiane@abtd.com.br
Minuto T&D Em Seu Email
Publicado em 28/07/2009 às 11:05:05
Escrito por ABTD
A partir de segunda-feira, 03 de agosto, os associados e cadastrados na ABTD receberão em seu email o boletim Minuto T&D com as principais e mais recentes atualizações de notícias, artigos e posts no site da ABTD. Com um layout moderno e uma linguagem leve o Minuto T&D será enviado quinzenalmente.
O objetivo da iniciativa é atualizar os profissionais de Treinamento e Desenvolvimento e mantê-los informados do que está acontecendo de mais importante na área de T&D. A periodicidade quinzenal foi escolhida pensando em tratar dos temas com pontualidade sem encher a caixa de email dos leitores.
No boletim os leitores encontrarão as chamadas das notícias e links para acessá-las, podendo assim ir diretamente aos assuntos que lhes interessam. Fique de olho em sua caixa de entrada e boa leitura!
Tatiane Leiser
Depto. Comunicação
tatiane@abtd.com.br
Novo Site Da ABTD
Publicado em 03/03/2009 às 12:12:03
Escrito por ABTD
Lançamos hoje (03 de Março de 2009) o novo portal da ABTD!
Agora temos diversas facilidades, tais como: Busca por Tema de Interesse, Artigos Atualizados, Notícias, Materiais On-line, Seminários On-line, Blogs e muito mais!
O associado da ABTD poderá, através da sua senha, conferir os dados cadastrais e também baixar TODO o conteúdo disponível!
O que vocês acharam do novo formato do site? Vamos utilizar esse espaço para troca de informações!