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Líder: Figura de Transição
Publicado em 14/05/2013 às 09:49:12
Escrito por MARCO FABOSSI
Durante a entrega do Prêmio
Nacional de Iniciativas para a Família, nos Estados Unidos, um dos premiados
subiu ao palco e comentou que aquele era o mais importante e honroso, entre
todos os prêmios que já receberá em sua vida. Embora os anteriores tivessem
premiado sua bem-sucedida carreira profissional, o troféu que tinha em suas mãos
naquele momento, representava o seu maior e mais importante "indicador de
sucesso" na vida, e finalizou dizendo:
- Nunca conheci meu pai; meu
pai não conheceu o dele; mas meus filhos conhecem o pai deles.
Liderança não é uma posição, mas uma escolha,
portanto, a verdadeira liderança se estabelece a partir do momento em que o
líder escolhe ser aquele que não permitirá que o passado determine o futuro,
tornando-se uma Figura de Transição,
porque sabe que as experiências do passado certamente nos ensinam muitas
coisas, contudo, permitir que elas determinem o nosso futuro, seria assumir que
"temos um enorme passado pela frente".
Um dos maiores dons que
recebemos de Deus ao nascer é a liberdade
de escolha, porque entre o estímulo e a resposta há um espaço, e nesse
espaço está nossa liberdade e capacidade de escolher a nossa resposta, e essas
escolhas determinam nosso crescimento e felicidade.
Não importa o que aconteceu, o
que está acontecendo, e o que virá a acontecer. Há um espaço entre essas coisas
que representa nossa capacidade de escolher se nos tornaremos agentes de
conformação, deixando que o passado determine o nosso futuro, ou se nos tornaremos
Figuras de Transição, assumindo a
construção de um futuro melhor, independente de quão bom ou ruim tenha sido o
passado, porque sempre é possível melhorar.
Líder é aquele que cuida do
presente enquanto cria um futuro melhor, porque o futuro não é um lugar para
onde estamos indo, mas o lugar que estamos construindo, portanto, se queremos
realmente participar da construção de um futuro melhor, para nós e para todos
os que estão ao nosso redor, precisamos nos tornar Figuras de Transição na família, no trabalho, nos relacionamentos,
na vida financeira, enfim, onde quer que estejamos. Como disse Gandhi,
precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo.
Seu casamento não é o que você
sonhou? O que você pode fazer para que seja daqui em diante? Seu casamento está
ótimo? O que você pode fazer para melhorar ainda mais? Sua empresa não é
exatamente o que você sonhou que fosse? O que fará para torná-la melhor? Você
tem agido como agente de conformação, ou Figura
de Transição?
Texto inspirado pelo livro "O 8º Hábito, Stephen R. Covey"
Um grande abraço,
Marco
Fabossi www.blogdofabossi.com.br
Transformando o RH terceirizável em um RH estratégico
Publicado em 11/05/2013 às 20:13:54
Escrito por MARCELO DE ELIAS
Para o RH agregar valor e ser reconhecido como estratégico, é necessário que suas ações sejam orientadas para pessoas e para os resultados organizacionais. A seguir, são apresentadas algumas formas de atuação que poderão potencializar a performance do RH. A proposta não é criar um manual definitivo sobre "como criar um RH estratégico", até porque cada empresa vive uma realidade diferente das outras e, o que pode ser estratégico para uma pode ser algo corriqueiro para outra. Um exemplo disso é fazer uma boa gestão de relacionamento com o sindicato da categoria. Em uma empresa pode ser algo comum, enquanto que em outra pode ser algo fortemente orientado para resultados a partir da manutenção do bom clima organizacional. A idéia é servir como uma reflexão de quais ações, orientadas para pessoas e para negócios, fazem a diferença para o RH. Existem sete atuações essenciais que fazem um RH ser estratégico. Essas ações, praticadas diligentemente, apoiarão a área na busca de agregação de valor. São como se fossem "Os 7 hábitos dos RHs altamente eficazes": Alinhamento de foco estratégico; Foco em processos e resultados mensuráveis; Gestão de talentos; Atuação proativa; Desenvolvimento de gestores líderes; Foco em projetos de consultoria interna; Gestão do clima, cultura e processos de mudança.
Liderança Sustentável: Leitura de Ambiente e Visão do Todo!!!
Publicado em 10/04/2013 às 08:05:41
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Você sabe o que significa sustentabilidade? Ela é definida como sendo um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Dessa forma, o líder sustentável deve fazer com que as pessoas da equipe desenvolvam o pensamento e a atitude sustentável, esclarecendo a todos e àqueles que são incorporados ao time, as regras a serem seguidas para um colaborador sustentável dentro da organização, bem como orientá-los sobre quais as atitudes sustentáveis que cada um poderá adotar em suas vidas pessoais. A importância do líder, nesse aspecto, não se dá apenas ao desenvolvimento dos integrantes da equipe em termos técnicos e mesmo de relacionamento humano, sobretudo ao desenvolvimento do ser sustentável. Já que estamos falando de liderança sustentável e sustentabilidade, temos visto vários exemplos nos quais a liderança vinda de cima pode contribuir bastante, construindo a compreensão básica de temas considerados chave e oferecendo suporte para a inovação em diferentes níveis, assim como para a inovação em sistemas formais de gerenciamento. Entretanto, em todos esses casos também é verdade que é importante a participação de pessoas imaginativas e comprometidas em todos os níveis, incluindo particularmente os líderes locais, os profissionais que irradiam ideias pela empresa e que tem a habilidade de construir coalizões na empresa. Falando em termos de aspectos e alcances da sustentabilidade, por que o mundo dos negócios deveria ser motivado a contribuir com ela? Na verdade, nossas crises de sustentabilidade são consequência da inabilidade de ver sistemas maiores dentro daqueles que operamos. Para que possamos caminhar nesse sentido mais amplo da questão da sustentabilidade, a contribuição da liderança é fundamental pois além de conduzir ações e ter a capacidade de influenciar comportamentos, ele desenvolve outros líderes, sendo os provedores da energia psíquica que produz o comprometimento que gera resultado. Quando tudo parece perdido, é aquele que levanta e diz: "Pessoal, vamos pegar juntos que vai dar certo. Vamos trabalhar para virar esse jogo...". Portanto, o líder é um irradiador de energias. Para que um líder alcance esse estágio, sua transformação no nível pessoal é essencial para a implementação do aspecto da sustentabilidade no mundo dos negócios. Cada pequeno ato deve contribuir para a sustentabilidade e devemos nos policiar para não chegarmos ao estágio de pensamento no qual achamos já fizemos o bastante e deixamos o restante do trabalho para os outros.
Principais Preocupações da Liderança Atualmente
Publicado em 24/03/2013 às 20:01:42
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Os líderes deparam-se com várias perguntas e questões que de tempos em tempos são modificadas pela própria dinâmica da sociedade, da empresa e da liderança. Os principais aspectos que as lideranças enfrentam nos dias d ehoj são: Como liderar num contexto em constante transformação? Como o líder deve se situar frente às mudanças que ocorrem a todo tempo e que influenciam o modo de pensar das pessoas e como elas agem frente aos mais variados estímulos? Como liderar de modo a criar condições para que as empresas se tornem organizações inteligentes? Como aproveitar a inteligência, os conhecimentos, a capacidade e as habilidades que as pessoas trazem para a empresa a fim de edificar e construir o capital intelectual da organização? Como liderar a implementação do pensamento sistêmico na empresa? Como fazer as pessoas pensarem estrategicamente e adotar posturas que levem em conta a razão e a emoção? Que levem em conta a reflexão e os insights? Como harmonizar a estratégia do negócio com as práticas de liderança e gestão? Como conciliar a busca de resultados numéricos, objetivos e metas a um ambiente de trabalho sadio e que permita crescimento e aprendizado? Como construir equipes capazes de experimentar e aprender, assumindo riscos com prudência? Até que ponto o erro é visto como parte natural do aprendizado das pessoas? Como o erro é visto e percebido? Que estímulos a empresa fornece em relação às práticas de inovação? Quais as habilidades de liderança necessárias para obter envolvimento e reter talentos? No que os líderes precisam prestar atenção e focar energia para que obtenham engajamento e consigam extrair o máximo do potencial que as pessoas trazem para o trabalho? Por quê a liderança baseada em "comando e controle" tende a não funcionar mais? Como conseguir que as pessoas façam o que deve ser feito sem que seja utilizado a prática do "chicote"? Como as organizações podem ajudar a desenvolver líderes melhores? Quais condições precisam estar presentes nas organizações se quiserem ter realmente líderes e não apenas "fazedores de coisas" ou "tocadores de gente"?
O que os CEOs pensam do RH
Publicado em 19/03/2013 às 22:11:28
Escrito por MARCELO DE ELIAS
A consultoria PriceWaterhouseCoopers realizou uma pesquisa junto aos presidentes e gerentes de empresas. O questionamento era relacionado às expectativas e percepções quanto ao RH. O resultado alinha-se à opinião daqueles que criticam sua eficácia. A opinião dos CEOs: Eles concordam que o papel do executivo de RH é fundamental para a estratégia de negócio e de pessoas; Identificam que eles são mais reativos do que deveriam, não tendo a iniciativa nas ações que geram competitividade aos negócios; Abordam a dificuldade que os RHs têm em defender a necessidade de investimentos em seus processos; Dizem que falta assertividade, aceitando o não muito facilmente; Alegam que constroem parcerias frágeis.
Confira a síntese do primeiro dia da conferência Educação Corporativa
Publicado em 19/03/2013 às 20:32:56
Escrito por MAIS RH
A sétima edição da conferência Educação Corporativa, realizada pela WBR - World Business Research, foi aberta com a palestra "O crescimento da educação corporativa no país: como esta ferramenta pode auxiliar frente aos desafios do mercado atual", proferida pela consultora Roberta Lima, da ID Projetos Educacionais. Ela apontou o déficit na formação básica como obstáculo aos programas de Educação Corporativa. Para otimização dos programas, Roberta citou os seguintes fatores-chave: Alinhamento do perfil dos estudantes aos conteúdos curriculares; O centro do processo de aprendizagem é a pessoa que aprende; Combinar os recursos didáticos aos perfis dos treinandos; O aprendizado é maior quando há intervenção qualificada de um mediador de conhecimento; Alinhar o projeto pedagógico às características do negócio e Promover monitoramento contínuo das ações educacionais, a partir de indicadores. Na sequência, Therése Otterbeck, diretora regional para a América do Sul da EF Corporate Language, ministrou a palestra "Fluência em inglês, um pré-requisito para realizar planos de expansão corporativos". Na apresentação, Therése apresentou os dados de uma pesquisa feita pela Economist Intelligence Unit (EIU) com os seguintes destaques: 61% dos respondentes afirmaram que têm dificuldade na comunicação em inglês para transações internacionais; 64% afirmaram que a comunicação deficiente impacta o market share; Inglês é uma competência básica para a empregabilidade e remuneração; O Brasil é um dos países com mais baixo índice de proficiência entre os estudados pelo EIU; No Brasil, os setores com maior índice de proficiência são: Viagem e Turismo, Consultoria, Telecomunicações, Construção e Engenharia. O período da tarde foi reservado para um painel com líderes de RH para discutir, por meio de uma visão gerencial e estratégica, os desafios e impactos dos programas de educação para a área e para a organização. O debate foi mediado por Conrado Schlochauer, sócio-diretor do LAB SSJ e teve a participação de Antonio Salvador, vice-presidente de Recursos Humanos da HP; Paulo Favenet, superintendente de RH do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; Andréa de Miranda Santos, superintendente de RH do Banco Cacique; Marcelo Couto, vice-presidente de Recursos Humanos para a América do Sul da Ingredion Inc. e Camila Lombardi Machado, superintendente da Escola de Negócios do Itaú Unibanco. Marcelo Couto ressaltou que investir em treinamento não é mais uma opção para as empresas. Por outro lado, Antonio Salvador destacou que a perseguição ao ROI é um objetivo mais de RH que da organização. "Os líderes não estão preocupados com ROI de treinamento", disse. Mas Camila Machado salientou que a medição tem sido importante para o Itaú Unibanco para observar melhorias de resultados que os programas de treinamento têm proporcionado. Na sequência, André Luis Sermarini, sócio-diretor da Enjourney, proferiu a palestra "Como transformar a área de RH de puramente operacional para estratégica por meio da gestão por processos". Ele destacou a importância de se quebrar barreiras entre os setores e começar a se fazer a gestão por processos, numa linha transversal. O primeiro dia da conferência Educação Corporativa foi encerrado com uma demonstração do jogo empresarial Maxi Park. Mário Cunha, diretor da Bizz Training, conduziu a separação dos congressistas em grupos de até seis pessoas para a formação de agências de viagens para vender pacotes de passeio ao parque fictício Maxi Park. Seria considerado vencedor o grupo que, ao final de seis rodadas, obtivesse a maior receita. Cunha destacou as principais premissas vivenciadas pelos participantes do jogo: planejamento, geração de valor, capacidade analítica, administração de recursos, comunicação, liderança, gestão colaborativa e execução.
Alinhando as ações de RH à estratégia da empresa
Publicado em 10/03/2013 às 20:07:59
Escrito por MARCELO DE ELIAS
Para facilitar o entendimento, podemos explicar a empresa como se fosse uma árvore. Os frutos representam o que as empresas buscam: o lucro, que é o objetivo final das organizações. Entretanto, esses frutos só são possíveis se suportados por galhos fortes: os clientes. Para que os clientes estejam sempre satisfeitos e leais à empresa, os processos internos (o tronco) devem ser robustos. Por fim, os processos internos só serão eficientes e forem suportados por pessoas capacitadas e dispostas (as raízes). As quatro dimensões do Balanced Scorecard (BSC) também chamam a atenção para a integração dessas quatro perspectivas: financeira, clientes, processos internos e aprendizado e crescimento (pessoas). Cabe ao RH, focar suas ações na potencialização dos processos internos da empresa, fomentando os objetivos relacionados aos clientes que impulsionarão os resultados financeiros. Vale um exemplo: Vamos supor que o objetivo principal de uma indústria é aumentar o lucro a partir da otimização dos custos. O desdobramento disso, na perspectiva do cliente poderia ser a manutenção dos preços de venda enquanto que os processos produtivos precisarão reduzir seus custos de fabricação e eliminar desperdícios. Assim, cabe ao RH, na perspectiva das pessoas, criar ações que suportem esses propósitos, como por exemplo, treinar o nível operacional para aumentar a capacitação frente às demandas de uma manufatura enxuta e capacitar a equipe de compradores e vendedores em habilidades de negociação, a fim de buscar a diminuição de custos em suprimentos e matéria-prima, bem como, não conceder descontos excessivos aos clientes, respectivamente. Como se percebe, em um efeito cascata, os macro objetivos da empresa devem ter desdobramentos internos que, se o RH tiver o foco correto, gerará maior agregação de valor ao negócio. Adaptando os conceitos de Ulrich, Huselid e Becker, o alinhamento estratégico pode ser realizado seguindo algumas etapas: 1) Defina com clareza a estratégia de negócios Busque entender quais são as metas e objetivos da empresa. 2) Crie um mapa estratégico Projete um mapa estratégico considerando as dimensões relativas às finanças, clientes, processos internos e pessoas. 3) Identifique as ações de RH dentro do mapa estratégico Com base no mapa estratégico, avalie quais ações de RH contribuem para os objetivos da empresa. 4) Alinhe a arquitetura de RH com as ações de RH De acordo com as ações, desenvolva a cultura e proveja a estrutura necessária dentro do RH. 5) Defina um sistema de mensuração Projete um sistema e defina indicadores para a mensuração da eficiência e eficácia das ações. 6) Implemente as ações e a mensuração Coloque em prática as ações e o monitorando dos resultados.
Autoconhecimento: você tem ideia de como funciona?
Publicado em 20/02/2013 às 08:14:34
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Por que todos nós precisamos conhecer nossos motivos, medos, desejos, limites e alcances?
Como só confiamos no que conhecemos, a autoconfiança é resultado do autoconhecimento. Com autoconfiança é possível liderarmos a nós mesmos. Daí o primeiro passo é conhecer-se.
Você sabe...
...quais são, atualmente, as suas principais atribuições?
...no que você é bom e deseja manter?
...o que precisa melhorar?
...quais foram seus grandes sucessos insucessos que impactaram sua vida?
...quanto tempo/atenção atenção tem dedicado a si próprio? E ao planejamento da sua carreira?
...como se mantém atuallizado?
As questões acima tem relação com os quatro níveis do conhecimento humano. Vamos discorrer sobre cada um deles para melhor entendimento:
Nível 1 - conhecimentos que eu sei que tenho
Este nível é o depósito de todo conhecimento e experiência que adquirimos de forma vivenciada. Incluem as experiências sofridas ou realizadas; ou ainda adquiridas de forma emprestada, acumuladas de forma visual e ou auditiva, assimilada pela leitura, pela escuta ou ainda como mero espectador. Exemplos:
- eu sei que sei andar de bicicleta;
- eu sei que sei nadar;
- eu sei que sei utilizar o computador.
Nível 2 - conhecimentos que eu sei que não tenho
Trata-se da conscientização das nossas limitações, ou seja, a consciência dos conhecimentos e experiências que sabemos que não temos pois não foram vivenciadas e nem assistidas. Exemplos:
- eu sei que não sei pilotar helicóptero;
- eu sei que não sei como saltar de pára-quedas;
- eu sei que não sei falar alemão.
Do ponto de vista da nossa sobrevivência e desenvolvimento, a existência dessa consciência pode ser utilizada de forma positiva como alavanca para o progresso, pois se eu sei que não sei executar alguma tarefa, ou que não tenho determinado conhecimento, posso desenvolver atitudes e aprendizados que venham suprir minhas deficiências.
Nível 3 - conhecimentos que eu não sei que tenho
Relacionamos neste nível todos os conhecimentos utilizados instintivamente por nós no decorrer de algum acontecimento, os quais estão depositados no nosso subconsciente, sem que tenhamos consciência de tal saber.
A maioria das pessoas, em face a determinada ação, reagem, e depois da reação estranham que tenham agido daquela forma (principalmente quando coloadas sob forte pressão psicológica). Inúmeros exemplos são colocados à divulgação, como pessoas que diante de situações catastróficas, conseguem oferecer auxílio aos mais necessitados, servindo-se de habilidades comuns como se fossem profissionais experientes. Ou ainda de pessoas que em face a uma circunstância inusitada apresentam soluções inimagináveis.
Conceitutalmente, a existência desse nível de conhecimento é benéfica a nós, à medida que nos ajuda a solucionar problemas, mesmo nos casos em que, a princípio, imaginamos que não possuímos os conhecimentos necessários para a solução. Assim sendo, os conhecimentos existentes nesse nível não nos atrapalha, pelo contrário, nos surpreende.
Nível 4 - conhecimentos que eu não sei que não tenho
Trata-se do nível mais nebuloso do nosso conhecimento, qual seja, a falta de consciência de que há coisas que não sabemos, não é do nosso domínio.
Trata-se do nível de mais difícil conscientização, pois como explicar que existe algo que não sabemos, se nem ao menos não sabemos que não sabemos? Mesmo porque, nós, diante daquilo que não sabemos que não sabemos, não conseguimos motivar-nos.
Mas é nesse nível, verdadeira terra de ninguém, onde podemos encontrar o nascedouro da maioria dos nossos erros. Diante do desconhecido, alguns agem como se fossem corajosos, quando, na realidade são temerários; e é justamente da temeridade que nascem os desvios que, quando positivos, beneficiam a humanidade e quando negativos, apenas revelam a estranha e indesejável face do erro humano.
Você tem consciência de como suas habilidades, experiências, conhecimentos e atitudes estão convergindo para aquilo que você almeja?
O que fazer para que uma equipe alcance bons resultados?
Publicado em 08/02/2013 às 08:09:44
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
A obtenção de bons resultados por uma equipe não é obtida ao acaso. Para o desenvolvimento e principalmente manutenção de um time ganhador, alguns elementos são necessários para que se obtenha o máximo do potencial da equipe, derivada da somatória da eficácia individual.
Objetivos, diretrizes, papeis, recursos, competências, motivação e feedback constituem os pressupostos sobre os quais um time pode alcançar bons resultados.
Toda equipe vencedora possui um objetivo comum e seus integrantes sabem exatamente onde se pretende chegar. Contudo, não se pode alcançar uma meta ou objetivo sem estipular os norteadores ou as regras de convívio no relacionamento entre os membros. O que pode, o que não pode e como os conflitos serão tratados quando porventura surgirem.
Estabelecida as regras, é hora de cada membro estar consciente do seu papel dentro da equipe, ou seja, quem fará o que. É quando se distribuem as responsabilidades a cada integrante. Para o bom desempenho dos papeis é preciso que recursos (máquinas, equipamentos, materiais, etc.) estejam minimamente à disposição pois sem isso, os esforços podem não gerar o resultado esperado.
Outro ponto fundamental é que os integrantes devem possuir determinadas expertises (competências) para dotar o trabalho de qualidade e confiabilidade. Boa vontade apenas não garante que uma atividade será conduzida de forma a se obter o resultado desejado.
Um item de suma importância também reside no aspecto motivacional das pessoas que constituem a equipe. Mesmo porque de nada adianta o time saber o que deve ser alcançado, possuir as competências e os recursos necessários para tanto se não estiverem engajados. Fora isso, o trabalho se torna um fardo, pesado, automático e as pessoas começam a se comportar como autômotas, com o piloto automático ligado. E é por meio desse comportamento que acidentes, incidentes, retrabalhos e negligências começam a "pipocar" na equipe. Se as pessoas não perceberem sentido no que estão fazendo, haja mecanismos de controle e poder para fazer com que os resultados sejam extraídos.
O ponto final mas não menos importante se dá através do feedback, um mecanismo importantíssimo no qual a equipe sabe se está indo no caminho certo ou se há necessidade de corrigir a rota, tendo em vista o planejamento efetuado.
É por meio do feedback que o time solidifica suas ações, com a construção de sua identidade pois é com a abertura e respeito entre os membros da equipe que conflitos são solucionados e as atividades podem ser elaboradas com maior grau de precisão.
E a quem cabe unir todos os pontos mencionados? Ao líder e à própria equipe.
Ao líder cabe desenvolver a equipe no sentido de fazer com que ela mesma venha se autogerenciar a partir de um determinado momento no qual a maturidade profissional dos membros permita que isso aconteça. Dessa forma, boa parte do tempo do líder pode ser direcionada à função primordial da liderança, a de planejar e desenvolver cenários alinhados aos objetivos organizacionais
Como Você Encara o Seu Ganha-Pão?
Publicado em 22/01/2013 às 07:16:32
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Você já se deu conta como muita gente não trabalha com "brilho nos olhos" mesmo recebendo um salário justo? Na outra ponta, há quem desempenhe suas funções com garra e paixão, mesmo sem receber nada por isso.
Leia a próxima estória e veja um exemplo do que estamos falando:
Um certo dia Madre Teresa de Calcutá estava fazendo seu trabalho habitual, o cuidar das pessoas, neste caso específico, de pessoas leprosas. Um diretor de uma grande multinacional, visitando o local no qual a Madre Teresa se encontrava, viu aquela cena e comentou com a própria Madre:
- Madre, eu não faria esse trabalho por dinheiro nenhum do mundo.
Ao que a Madre respondeu:
- Nem eu!!!
No dia a dia empresarial, é preciso achar para nós mesmos e auxiliar nossas equipes a encontrar o verdadeiro significado do trabalho. Quando o trabalho tem significado, tudo flui melhor. As pessoas estão geralmente alegres, sorrindo, as barreiras são transponíveis e até há um certo prazer em superá-las.
Quando o trabalho é só um trabalho, tudo é difícil, sofrido, triste. As barreiras se tornam intransponíveis. Não se tem ânimo nem para lutar e muito menos prazer no que se faz.
É fundamental que cada um de nós encontre esse significado. Não precisa ser nada grandioso mesmo porque o significado estão nas pequenas coisas da vida.
Pode ser que esse significado seja uma utopia: às vezes o simples cuidar bem de um ser humano que passa diante de nós, seja para atravessar a rua, seja para ser atendido na venda de algum produto. Seja saber como nossos funcionáriso estão, se alguém está passando por dificuldades pessoais. Do mais grandioso ao menos grandioso, tudo pode ter significado.
Já que o trabalho, da forma tradicional como o enxergamos, não vai acabar tão cedo, o que poderia ser feito para que tivesse mais significado?
Na verdade trabalho não é algo que trocamos por um salário. É algo que fazemos com um propósito, para encontrar pessoas, porque nos dá dignidade. As pessoas gostam de pertencer a grupos e as empresas para as quais trabalham é algo muito importante. Essa é uma questão cultural e faz parte da própria natureza do ser humano.
Como você encara seu trabalho?
O que liderança e arte têm em comum?
Publicado em 08/01/2013 às 14:16:30
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Podemos dizer que liderar é como se estivéssemos pintando um quadro ou esculpindo um objeto, até transformá-lo numa obra de arte. Por quê?
Porque na busca da sua obra o primeiro passo importante para qualquer líder é o autoconhecimento pois é de fundamental importância elevar o conhecimento sobre si próprio, refletindo sobre valores e missão pessoal. Além disso é importante também focar sobre os papéis exercidos bem como a questão de poder e responsabilidade, sem deixar de lado as prerrogativas e os encargos de liderar. E para isso não há padrão definido. Cada líder possui crenças e valores que refletem no seu modo de obter resultados por meio de pessoas.
Outro ponto relevante na obra de qualquer líder refere-se |à questão do relacionamento interpessoal com a equipe, pares e superiores. Ressalta-se a importância da comunicação nos aspectos de motivação, feedback e alinhamento de interesses visando um objetivo comum, sem esquecer do aspecto comprometimento.
Não é fácil um líder extrair o máximo do poetencial de cada membro da equipe contudo, quando o lider mais se conhece, aumenta suas chances de potencializar suas competências em prol de relacionamentos genuínos e de confiança.
Não podemos esquecer de comentar acerca do aperfeiçoamento e aprendizado de novas habilidades e nuances que reflete a forma como cada um de nós gerenciamos, mesmo porque, além do relacionamento interpessoal, o líder tem que considerar a parte técnica que o auxilia a gerenciar outros. Assim como razão e emoção são fundamentais, o relacionamento interpessoal e a técnica, quando utilizadas de forma convergente, potencializam a forma de liderar.
Apesar do que já foi dito sobre assumir responsabilidades, entender de gente e atingir resultados, não há um referencial padrão quando se fala em estilo de atuação do líder. E por que?
Porque cada líder diferencia-se dos demais na intensidade e na forma sobre os aspectos mencionados. É a mesma coisa que faz um pintor, um escultor. A técnica é comum a todos mas como cada um a utiliza, isso é único. É a mesma coisa quando seguimos uma receita de bolo. As pitadas, que são o toque pessoal de cada um que prepara a receita é que farão com que haja diferenças no resultado final. Dependendo de como foi preparado, um bolo pode ficar mais macio ou mais pesado, mesmo sendo utilizadas as mesmas técnicas.
Num quadro é a mesma coisa, as nuances, as sombras e os tons obtidos dependem da técnica e de como é utilizada por cada pintor. Porisso podemos concluir que liderar é esculpir a sua forma de atuar!!!
A paralisação do desenvolvimento da carreira pela embriaguês da vaidade!
Publicado em 21/12/2012 às 17:13:59
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
É incrível como muitos profissionais vem se deixando escravizar e cegar por uma armadilha da percepção humana chamada vaidade. A vaidade de caráter físico é mais comum na sociedade. Entretanto, no meio organizacional outros tipos de vaidade estão tão presentes quanto a da aparência física e quando ocorrem em excesso podem causar danos consideráveis.
O excesso de vaidade intelectual, por exemplo, faz com que a pessoa desenvolva o ar de superioridade que vem acompanhado pela prepotência e falta de paciência para com os que tem mais dificuldade de raciocínio, chegando ao ponto de desqualificar o que estiver sendo dito ou feito por esses seres menos rápidos de pensamento.
Quando estamos em ascensão na carreira, temos mais visibilidade, aparecemos mais, somos mais reconhecidos, mais competitivos. Até aqui não há problema algum; o excesso começa quando a crença de que somos insubstituíveis se torna mais importante que o poder pessoal e os interesses pessoais se sobrepõem aos coletivos. Nesse ponto o egoísmo toma forma.
A vaidade cega subtrai o bom senso, nos afasta da realidade e faz com que tenhamos leituras enviesadas do ambiente, nos afastando da realidade e do que é possível para nós. O excesso de vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar as discussões, não respeitando o ponto de vista dos outros.
Ao voltar-se para a própria imagem e deixar-se embriagar pelo poder, a pessoa acaba negando seus sentimentos e se depara com a incômoda sensação de vazio. Esse é o resultado do excesso de vaidade, que se baseia apenas no ter e não no ser. Com isso, a percepção sobre a realidade e tudo à sua volta fica em torno apenas do próprio umbigo. A pessoa não consegue mais separar o que é real e o que é fictício, gerando dissabores no ambiente de trabalho. E se essa pessoa tem poder embuído por um cargo de chefia então sai de baixo.
Por que fornecer feedback como reconhecimento é um parto?
Publicado em 03/12/2012 às 21:54:55
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Fornecer feedback positivo, reconhecendo a execução de um bom trabalho feito por alguém da equipe deveria ser mais fácil do que fornecer feedback corretivo, chamar a atenção para uma faceta do comportamento de alguém. Contudo, dar feedback positivo parecer ser tão penoso para as pessoas quanto corrigir um determinado comportamento. Por que será?
A questão a ser refletida é: por que quando há condições de reconhecermos as pessoas no ambiente de trabalho, que é algo inerente a todo ser humnao, não o fazemos?
Há inúmeras razões, dentre as quais:
- é normal que tenha realizado a atividade: há pessoas que acreditam que fornecer feedback positivo por um trabalho bem feito é bobagem e perda de tempo mesmo porque o profissional foi contratado para fazer o que está fazendo. Então para que reconhecê-lo(a)?
- não se deixar levar sobre os louros: muitos acreditam que reconhecer o outro não é bom pois isso poderia "estragar" a pessoa já que esta se deixaria levar pelos aspectos positivos mencionados e começaria a se comportar de forma inadequada.
- não virar hábito: há os que acreditam que uma vez fornecido o feedback positivo, tem que reconhecer sempre, fazendo dessa prática um hábito.
- não se sentir à vontade: há muitas pessoas (principalmente gestores) que possuem imensa dificuldade em reconhecer, em ver o aspecto positivo de algo feito por outro e com isso não consegue ser natural em fornecer um feedback genuíno.
- não fez mais do que a obrigação: esse aspecto remete em parte o primeiro tópico porém é mais contundente pois vê o feedback positivo e o reconhecimento como aspectos que líderes fracos e sem pulso.
- não sou papai/mamãe para ficar passando a mão na cabeça: há pessoas que enxergam o feedback positivo com uma visão paternalista, acreditando que o reconhecimento é "passar a mão na cabeça".
- não saber o que dizer: muitos se encontram nessa situação quando precisam reconhecer e não sabem o que devem dizer, esquecendo-se que o feedback, qualquer que seja ele, deve se basear em fatos, dados, registros, tudo aquilo que pode e deve ser usado como suporte ao que deve ser dito.
- sentir-se ridículo: muitas pessoas sentem-se constrangidas e embaraçadas ao fornecer feedback pois, na verdade, não sabem lidar nem com aspectos negativos nem com os positivos. Falar em feedback para essas pessoas é terrível e amedrontador.
- ninguém me dá feedback: há pessoas que simplesmente não fornecem feedback porque também não o recebem, alimentando o ciclo vicioso "já que ninguém me fornece porque eu deveria fornecer?" E com isso perde-se uma grande oportunidade de reter talentos.
O que essas frases escondem? Um sentimento de inadequação? Inveja? Simples inconsciência? O fato de nunca ter pensado sobre isso? Ou seria desconforto pessoal (porque nunca me elogiaram)?
O fato é que feedback e reconhecimento é como regar plantas, se não o fazemos constantemente elas murcham e podem morrer. E com a "morte" das pessoas no ambiente de trabalho este passa a ser visto como um "fardo", algo pesado e sombrio e que deve ser feito só porque alguém acima manda fazer e não porque está consciente do que deve ser feito.
Pense nisso da próxima vez que você achar que o feedback não vale a pena!!!
Marina Silva abre o CBTD 2012
Publicado em 28/11/2012 às 11:48:46
Escrito por MAIS RH
 A abertura do 27º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento ? CBTD 2012 foi feita pela ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que deu ênfase às várias crises que impedem o mundo de ter um desenvolvimento mais sustentado. Marina disse que, embora o Brasil viva um momento econômico favorável, começa a sentir os efeitos da crise que assola principalmente a Europa. Ela enumerou as várias crises que constituem a crise maior, da civilização: econômica, social, ambiental, política e ética. A ex-senadora destacou que o mundo vive uma crise social em que 2 bilhões de pessoas vivem com menos de US$ 2 por dia. Ela ressaltou os avanços do Brasil, que tirou 50 milhões de pessoas da linha de pobreza, mas que ainda há 14 milhões de brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza. Sobre a crise ambiental, Marina falou sobre os alertas feitos há mais de 20 anos pelos cientistas de que o aquecimento pode comprometer seriamente a vida no planeta e criticou as políticas extrativistas e poluentes em todo mundo e fez uma dura crítica à Rio+20 que protelou mais uma vez as decisões sobre a governança sustentável e os investimentos para a diminuição da poluição e extração. Marina Silva ainda falou sobre a crise política que assola vários países, como Argentina, países árabes, Europa e até o Brasil. ?Na verdade, o que vivemos é uma crise de valores da sociedade, em que ética é separada da política, economia é dissociada de ecologia. Só se pensa nas próximas eleições?, criticou. Para a ex-ministra do Meio Ambiente é preciso criar um círculo virtuoso na política global. ?Pessoas virtuosas criam instituições virtuosas que fortalecem um sistema de valores ao ponto de que se as pessoas se desviarem, as próprias instituições corrigem o curso?, falou. A ex-senadora ainda disse que, diferentemente das crises que levaram civilizações ao colapso, como a grega, romana, assíria e mesopotâmica, a atual envolve todo o planeta. ?Uma crise civilizatória precisa do esforço de todos?, alertou. Marina Silva disse que chegou à conclusão de que a crise civilizatória exige uma mobilização de toda a humanidade. ?Vivemos numa corda bamba, mas acredito que devemos ser persistentes, pois é a persistência que faz a diferença?, refletiu. Ela também afirmou que a crise poderá trazer inúmeras oportunidades e possibilidades. ?O Brasil está para o século XXI o que os Estados Unidos foram para o século XX, mas isso depende da sustentabilidade política?. Em relação à crise política, Marina disse que a corrupção é um problema do brasileiro e não só dos governantes. ?Quando as pessoas encararem o problema da corrupção como encarou o da inflação, ela poderá ser erradicada?, estimou. Para a ex-senadora, o Brasil deve ser pensado como exemplo de quebra de paradigmas, modelo de desenvolvimento de energias renováveis, aumento de produtividade sem exploração de recursos naturais, entre outras ações de sustentabilidade. Para finalizar, Marina Silva disse que as pessoas precisam sair da zona de conforto. ?O desenvolvimento sustentável não existe ainda em nenhum lugar e o Brasil pode ser pioneiro nesta questão. Precisamos ter atitude de responsabilidade, de não ficar como espectadores e nos posicionar como protagonistas?.
Marina Silva fala sobre o desafio do desenvolvimento sustentável no CBTD
Publicado em 28/11/2012 às 11:48:23
Escrito por MAIS RH
 A abertura do 27º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento - CBTD 2012 foi feita pela ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que deu ênfase às várias crises que impedem o mundo de ter um desenvolvimento mais sustentado. Marina disse que, embora o Brasil viva um momento econômico favorável, começa a sentir os efeitos da crise que assola principalmente a Europa. Ela enumerou as várias crises que constituem a crise maior, da civilização: econômica, social, ambiental, política e ética. A ex-senadora destacou que o mundo vive uma crise social em que 2 bilhões de pessoas vivem com menos de US$ 2 por dia. Ela ressaltou os avanços do Brasil, que tirou 50 milhões de pessoas da linha de pobreza, mas que ainda há 14 milhões de brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza. Sobre a crise ambiental, Marina falou sobre os alertas feitos há mais de 20 anos pelos cientistas de que o aquecimento pode comprometer seriamente a vida no planeta e criticou as políticas extrativistas e poluentes em todo mundo e fez uma dura crítica à Rio+20 que protelou mais uma vez as decisões sobre a governança sustentável e os investimentos para a diminuição da poluição e extração. Marina Silva ainda falou sobre a crise política que assola vários países, como Argentina, países árabes, Europa e até o Brasil. "Na verdade, o que vivemos é uma crise de valores da sociedade, em que ética é separada da política, economia é dissociada de ecologia. Só se pensa nas próximas eleições", criticou. Para a ex-ministra do Meio Ambiente é preciso criar um círculo virtuoso na política global. "Pessoas virtuosas criam instituições virtuosas que fortalecem um sistema de valores ao ponto de que se as pessoas se desviarem, as próprias instituições corrigem o curso", falou. A ex-senadora ainda disse que, diferentemente das crises que levaram civilizações ao colapso, como a grega, romana, assíria e mesopotâmica, a atual envolve todo o planeta. "Uma crise civilizatória precisa do esforço de todos", alertou. Marina Silva disse que chegou à conclusão de que a crise civilizatória exige uma mobilização de toda a humanidade. "Vivemos numa corda bamba, mas acredito que devemos ser persistentes, pois é a persistência que faz a diferença", refletiu. Ela também afirmou que a crise poderá trazer inúmeras oportunidades e possibilidades. "O Brasil está para o século XXI o que os Estados Unidos foram para o século XX, mas isso depende da sustentabilidade política". Em relação à crise política, Marina disse que a corrupção é um problema do brasileiro e não só dos governantes. "Quando as pessoas encararem o problema da corrupção como encarou o da inflação, ela poderá ser erradicada", estimou. Para a ex-senadora, o Brasil deve ser pensado como exemplo de quebra de paradigmas, modelo de desenvolvimento de energias renováveis, aumento de produtividade sem exploração de recursos naturais, entre outras ações de sustentabilidade. Para finalizar, Marina Silva disse que as pessoas precisam sair da zona de conforto. "O desenvolvimento sustentável não existe ainda em nenhum lugar e o Brasil pode ser pioneiro nesta questão. Precisamos ter atitude de responsabilidade, de não ficar como espectadores e nos posicionar como protagonistas".
CBTD amplia infraestrutura para congressistas
Publicado em 28/11/2012 às 11:47:02
Escrito por MAIS RH
 A ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento decidiu inovar para oferecer melhor atendimento aos congressistas do 27º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento - CBTD 2012. Neste ano, logo na entrada, o congressista irá encontrar um balcão de informações com atendentes que irão orientar sobre credenciamento, retirada de material e salas onde acontecem as palestras. Durante a cerimônia de abertura do Congresso, Alexandre Slivnik, diretor executivo da ABTD, falou um pouco sobre os números que envolvem o CBTD: - Mais de 1.500 congressistas
- Mais de 2.000 profissionais credenciados, entre participantes, palestrantes, expositores e equipe de organização
- 120 profissionais envolvidos diretamente na organização e atendimento
Outra novidade trazida pela ABTD neste ano já pôde ser notada durante o trajeto dos congressistas entre São Paulo e Santos (SP), cidade onde acontece o CBTD. Os ônibus que fazem o traslado dos participantes trazem um lanche com sanduíche natural, suco e barra de cereais para que o viajante se alimente no percurso. A cerimônia de abertura também inovou, com a interpretação do Hino Nacional Brasileiro feita pela cantora lírica Paula Eduarda, de apenas 14 anos. Slivnik ainda ressaltou que a ABTD tem o desafio anual de sempre aperfeiçoar a organização do CBTD e conta com o apoio dos congressistas para que o Congresso, a cada ano, ofereça a melhor infraestrutura para os participantes.
CBTD 2012 começa amanhã em Santos
Publicado em 26/11/2012 às 19:53:07
Escrito por MAIS RH
A 27ª edição do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, CBTD 2012, começa amanhã no Mendes Convention Center, em Santos (SP). O evento, organizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), vai até a próxima sexta-feira, 30 de novembro e terá como destaques a palestra magna de abertura com a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva e o show de encerramento com o palhaço Marcos Casuo, protagonista do Cirque du Soleil. Marina Silva vai falar sobre "Os desafios do desenvolvimento sustentável" com uma abordagem holística sobre sustentabilidade. "Os profissionais de Recursos Humanos precisam conhecer bem esses desafios, pois vão criar oportunidades e também muitas ameaças para as organizações agora e no futuro. As organizações precisarão passar por processos internos de mudanças para poder se atualizar e serem capazes de responder a esses desafios. E o sucesso desses processos depende muito do grau de envolvimento, compreensão e convencimento das pessoas", afirma a ex-ministra. O curador da Casa do Saber, Leandro Karnal irá proferir a palestra "Gestão do Conhecimento", na magna da quarta-feira (28/11) e Laura Tetti, palestrante, doutora em Sociologia e Teoria Política, vai ministrar a plenária da quinta-feira (29/11) sob o tema "Responsabilidade Social: A Chave dos Bons Negócios Duradouros". Outros destaques do CBTD 2012 são a reunião informativa com representantes da ASTD e da ABTD sobre as atividades para os participantes da Delegação da ABTD para a ASTD International Conference and Exposition que acontece entre os dias 19 a 22 de maio de 2013 em Dallas/Texas; o Bom Dia RH na Praia, organizado pelo Circuito NETAS e as mais de 80 atividades paralelas entre palestras, apresentação de cases e workshops. Outras informações sobre o CBTD 2012 podem ser obtidas no site www.cbtd.com.brO Mais RH estará nos quatro dias de CBTD trazendo a cobertura do Congresso, a partir de amanhã.
Por que temos problemas com feedback?
Publicado em 22/11/2012 às 08:46:00
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
A todo momento somos envolvidos e informados sobre a importância de se fornecer feedback, mas o que faz com que a realidade seja tão dissonante do que se prega?
Normalmente o problema é a falta de hábito de se praticar a ferramenta. Às vezes não percebemos o momento adequado de fornecê-lo ou achamos que não somos capazes. E acreditamos também que se não fornecermos feedback, cedo ou tarde o outro entenderá. Pura enganação! Trata-se de pensamentos que retardam a evolução do próprio profissional bem como da equipe, gerando desperdício de tempo, dinheiro e energia emocional.
Corrigir comportamentos inadequados talvez seja mais difícil ainda do que fornecer feedback positivo. Quais são os principais fatores que dificultam o fornecimento de feedback corretivo?
- falta de tempo: é uma desculpa muito utilizada e após decorrido determinado tempo, nem adianta mais fornecê-lo pois se tornaria inócuo.
- não saber enfrentar uma eventual discussão: há pessoas que receiam sobre como o outro perceberá o feedback então o melhor é fazer vista grossa e seguir em frente.
- o tempo falará por si: essa tática tem como premissa que cedo ou tarde o outro entenderá o que era para ser dito e com isso perde-se uma chance efetiva de fornecer feedback genuíno.
- falta de preparo: um dos itens que mais impactam no fornecimento do feedback. As pessoas ficam com receio de proceder incorretamente por não saberem como começar, manter e finalizar uma convesa no qual estão envolvidas aspectos comportamentais que precisam ser trabalhados.
- para não magoar: às vezes o receio recai em como falar certas coisas e ficamos muito preocupados em não melindrar os outros. Esse é um problema de assertividade porque a partir do momento que o que deveria ser dito não o é, assume-se uma postura passiva.
A questão é que se desejamos efetivamente que o outro cresça como pessoa e profissional então devemos nos preocupar em fornecer feedback, mesmo sabendo que as consequências talvez não sejam as mais agradáveis. Quando lidamos e lideramos grupos, é melhor falar do que se omitir pois caso nos comportemos assim, estaremos sinalizando para a equipe que certas coisas que não deveriam ser toleradas passaram a ser e isso certamente influenciará sobremaneira a autoridade do líder sobre a equipe.
Como a Percepção Afeta a Relação de Confiança Entre as Pessoas?
Publicado em 22/10/2012 às 15:11:33
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
1. Suposições negativas
Exemplo: O gestor necessita que um membro da equipe realize determinado trabalho, entretanto, baseado em experiências passadas, supõe que o empregado não aceitará realizar a atividade.
2. Comportamento auto-protetor
Exemplo: O gestor, sem investigações adicionais, pede para alguém em que ele confia que realize o trabalho.
3. Comportamento agressivo observado
Exemplo: O empregado observa que o gestor o está evitando, não lhe dando atribuições-chave.
4. Suposições negativas reforçadas
Exemplo: O empregado supõe que este é um outro exemplo negativo do seu superior, que faz conclusões precipitadas só porque ocorreu um mal-entendido há alguns meses. Sua raiva e ressentimento para com o gestor tendem a crescer.
5. Comportamento auto-protetor
Exemplo: O empregado anuncia em uma reunião da equipe, com ou sem a presença do gerente, que não gosta de ser ignorado, acha que está sendo tratado injustamente, e que outros funcionários estão recebendo tratamento especial.
6. Comportamento agressivo observado
Exemplo: O gerente é informado do ocorrido e sente-se sob o ataque de um empregado auto-defensivo e agressivo.
7. Suposições negativas reforçadas
Exemplo: O gerente supõe que sua observação foi correta e decide que aplicará uma penalidade ao funcionário. Com isso se perpetua a falta de confiança, reiniciando o ciclo.
Fofocas, Fuxicos e Mentiras no Ambiente de Trabalho!!!
Publicado em 05/10/2012 às 20:16:22
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Num mundo aonde a informação chega em tempo real, a mentira, a fofoca e os "fofoqueiros de plantão" foram beneficiados com a melhora da tecnologia.
Mas qual é a diferença entre mentira e fofoca?
A mentira é uma afirmação cujos fatos não correspondem à verdade. Geralmente as pessoas mentem com o objetivo de evitar uma possível punição ou de encobrir uma situação ridícula. Pode ser também uma estratégia para não comprometer outras pessoas injustamente. Mentiras ocorrem com bastante frequência no ambiente de trabalho.
A questão é que a vítima de uma mentira sempre está em desvantagem porque não sabe a verdade e não tem a informação correta para tomar uma decisão acertada até que a verdade se imponha. A vítima de uma mentira acredita naquilo que supõe verdadeiro quando não o é. Agindo sob influência de algo que não é verdade, dá para imaginar as consequências. Inclusive, há vários exemplos de empresas que sucumbiram devido a mentiras e "maquiagens" em sua contabilidade.
Enquanto a mentira é uma informação falsa uma fofoca é um argumento falso ou um argumento mal direcionado ou conduzido de forma planejada a atingir maldosamente uma pessoa ou grupo de pessoas.
A fofoca é algo inventado e parte de pessoas com o seguinte perfil: baixa auto-estima, desconfiadas, gostam de jogar uma pessoa contra a outra, tendo necessidade de dividir e conquistar grupos, com sentimento permanente de raiva, buscando a autoafirmação.
Quem faz fofoca está na realidade fazendo "fuxico", intriga, "mexerico". E há diversos tipos de fofoqueiros, dentre os quais: os que são contra tudo e todos; os que vivem "caçando" a falha dos outros, por menores que elas sejam; aqueles que apenas subtraem e dividem ao invés de somar e multiplicar; os que interpretam tudo na "contramão"; aqueles que se fazem de "coitadinhos"; os maquiavélicos...e muitos outros tipos.
O grande problema é que esses "pseudoprofissionais" são os que geram conflitos no ambiente de trabalho, fazendo com que o clima organizacional se deteriore rapidamente e de forma constante e consistente, tornando a comunicação hostil e com o crescimento da desconfiança nas relações interpessoais.
Como abordar problemas de maneira eficaz?
Publicado em 20/09/2012 às 12:32:12
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
O que é uma abordagem eficaz na solução de problemas?
A maioria das pessoas diria: conheça os fatos e pense a respeito deles. Mas, que fatos e que tipos de pensamento? Como obter eficazmente as informações pertinentes? De que maneira estas informações deverão ser ordenadas em função dos resultados esperados?
A maior parte das pessoas jamais refletiu sobre a maneira de resolver seus problemas. Para termos uma ideia do que seja um problema, vejamos o exemplo a seguir:
Certa manhã, um homem entra em seu carro e ele não pega. Lembra-se, então, de que a esposa havia se queixado do mesmo problema dias atrás. Reconhece uma situação que exige ação. Esse é o primeiro passo no caminho da solução de problemas. Recorda-se, então, de que antes seu carro pegava facilmente: algo está errado. Isso confirma a existência de um problema. Várias ideias passam em sua mente. A bateria descarregou? Teria rompido um cabo? O motor de partida está com defeito? Talvez. Todas são possíveis causas do problema. Por meio desse raciocínio, dá o segundo passo na solução de problemas.
Naquela manhã ele tinha uma importante reunião e de maneira alguma podia se atrasar. Sendo assim, diz à esposa que teria de utilizar o carro dela. Essa é uma ação interina que servirá para poupar-lhe tempo, até que o problema seja resolvido, de forma definitiva. Entretanto, sua esposa insiste em que seja providenciado o reparo do carro no mesmo dia. Isso lhe indica que deverá se preparar para uma ação corretiva. Dentro do processo de solução de problemas, um estágio diferente acaba de ser percorrido. Mais tarde, o marido chama o mecânico e ele tenta ligar o carro, procurando descobrir o que está errado. Após analisar e verificar, o mecânico conclui: a causa está no motor de partida.
Trata-se agora de uma decisão a tomar. Essa é a última etapa do processo. O mecânico esclarece que, para resolver a situação, ele pode tanto trocar o motor de partida como consertá-lo. Enquanto isso, o proprietário pensa se não seria o momento de comprar um carro novo.
Obviamente, ele tem várias alternativas. A partir de certos resultados desejáveis, ele pensa a respeito do que gostaria de ganhar com sua decisão. Por exemplo, manter o seu carro ao menor custo possível. Tais objetivos constituem um critério a partir do qual deverão ser analisadas todas as alternativas. Antes de tomar a decisão final, o homem começa a se preocupar com as consequências adversas de cada alternativa. Se consertar o motor de partida, por quanto tempo ele funcionaria? E o seguro de um carro novo, poderá pagar? Sua escolha depende das respostas a essas perguntas.
Uma vez tomada a decisão (admitamos que será reposto o motor de partida), o dono estará pronto para pôr em execução um plano, ponto final da solução de problemas. Para fazê-lo ele considera os problemas potenciais que poderão prejudicar o êxito da ação planejada. Tudo é possível. O motor de partida adequado poderá não existir de momento no mercado. O mecânico poderá não fazer o conserto até Sexta-feira. Com a ajuda de algumas questões, ele encontra meio, ações preventivas, que poderão evitar essas dificuldades.
Ele sabe que alguns problemas talvez não possam ser eliminados, restando-lhe apenas planejar ações contingentes que mobilizarão futuros problemas. E uma vez colocado em prática o plano, ele completa a sequência de solução de problemas. Nesse caso terá a certeza de que o problema está resolvido.
Mesmo uma situação bastante simples como esta, existe uma sequência lógica necessária para a solução de problemas que leva à tomada de uma decisão eficaz, levando-se em conta que, antes de se considerar a ação corretiva, a causa do problema necessita ser definida de maneira bastante cuidadosa.
Dessa forma, antes de se escolher aquela que parece ser a melhor ação, os objetivos de cada decisão precisam ser estabelecidos. Por fim, mediante a antecipação de problemas potenciais, que podem indicar as ações a serem tomadas, garante-se o êxito do plano final.
Contar com Talentos é o Suficiente?
Publicado em 28/08/2012 às 20:10:46
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Atualmente se fala muito em escassez de talentos nas organizações e "guerra"
pelos melhores talentos!!!
Empresas do mundo inteiro tem pago verdadeiras
fortunas para que headhunters possam encontrar os "iluminados". Aliás, muitas
empresas criaram um departamento chamado gestão de pessoas só para cuidar do seu
maior patrimônio: os seus talentos. Tudo por uma razão muito simples: no mundo
do conhecimento, os bem preparados podem fazer a diferença entre o sucesso e o
fracasso.
Mas será mesmo que contar com os melhores profissionais é
sinônimo de sucesso garantido?
Precisamos refletir sobre o assunto pois
nem sempre ter os melhores é o bastante para vencer. Você conhece alguma empresa
que, apesar de contar com grandes talentos, acabaram desaparecendo do mapa ou
quase?
Será que todas as organizações que "sumiram do mapa" não contavam
com profissionais brilhantes em seus quadros? Não são poucos os casos de
empreendimentos que, apesar de bem estruturados e possuir gente muito bem
preparada, acabaram fracassando.
A rigor, parece haver muito mais
desafios a serem vencidos do que a simples contratação de bons
profissionais. As organizações precisam saber lidar com gente que, por se sentir
prestigiada acaba desenvolvendo outras necessidades e sentimentos, como o de
estar sempre com a produtividade e o reconhecimento em alta.
Um outro
viés que merece atenção especial costuma ser o excesso de vaidade e exposição
emocional dos que se sobressaem em suas áreas de atuação.O excessivo culto à
autoestima tem produzido adultos que tem se comportado como verdadeiras crianças
por se acharem especiais e imprescindíveis. E as empresas tem alimentado o ciclo
mimando-os cada vez mais.
Esse grupo de pessoas talentosas também erram
e quando isso ocorre tem dificuldade em aceitar críticas ou tarefas que não
considerem adequadas à sua altura. Desenvolveram uma autoestima tão exagerada
que não conseguem lidar com as frustrações do trabalho.
Para obter
sucesso nos dias atuais, as organizações precisam de algo além de pessoas
talentosas, precisam contar com líderes capazes de formar equipes bem
estruturadas e obter delas resultados otimizados, extraindo o melhor de cada
profissional, sem esquecer que um time é composto por talentos e pessoas
medianas, que não aparecem, mas sem elas dificilmente os resultados almejados
seriam alcançados.
Se um organização deseja construir equipes maduras e
de sucesso, deve fazer com que os talentos também carreguem às vezes o piano!!!
Você Acha Certo Tratar os Desiguais Igualmente?
Publicado em 21/08/2012 às 11:59:52
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
Seu chefe costuma tratar todos da mesma forma? Você concorda com isso?
Você acha certo alguém que gerencia uma equipe tratar todos igualmente?
Pois saiba que nada é mais injusto do que tratar todo mundo igual quando o assunto é motivação. Tratar os desiguais igualmente é um dos fatores desagregadores das equipes.
Não vou discorrer sobre o que é ou não motivação pois o conceito sobre o assunto é vasto e encontrado facilmente, bastando um clique do seu computador ou notebook. Além disso não desejo discorrer sobre conceitos já referendados.
O que precisa ser refletido, principalmente àqueles que lideram equipes, é a crença existente em esperar resultados cada vez melhores adotando o mesmo tipo de comportamento com cada um, não levando em conta as diferenças individuais.
Que falta de percepção, de leitura de ambiente e de gestão!!!
Como desenvolvedores da performance individual, os gestores precisam perceber e entender que as pessoas tem expectativas e motivações únicas, mesmo porque apresentam características diferentes e estão em momentos distintos de carreira.
Não podemos motivar da mesma forma um trainee recém-contratado e um profissional com mais de dez anos de experiênca. Suas aspirações não são as mesmas. Enquanto o primeiro quer crescer, mostrar serviço, ganhar mais e aspirar cargos de maior responsabilidade, o outro quer consolidá-la com mais poder, autonomia e desafios.
Como fazer para saber o que motiva cada pessoa da equipe? Conhecendo-a mais profundamente por meio do diálogo, observação e acompanhamento. Por meio da forma como realiza o trabalho, sua entrega, dedicação, como se relaciona com outros e principalmente o "brilho nos olhos", o "tesão" por fazer as coisas e atingir um resultado.
Entretanto, um dos maiores erros que os líderes cometem constantemente é deixar de dar a mesma atenção aos profissionais mais experientes, concentrando-se quase que totalmente naqueles que ainda precisam ser orientados e desenvolvidos por não estarem aptos a executar as atividades com a adequação exigida, sendo pegos de surpresa quando um liderado com mais experiência pede para não fazer mais parte do quadro de funcionários da empresa.
Numa época na qual os talentos estão escassos, a atenção e atuação do líder em cada componente do grupo requer mais tecnologia e menos "magia". Não é injusto tratar os desiguais igualmente quando falamos de motivação, pelo contrário, é o maior sentido de justiça de um líder para com sua equipe.
Concordância e Confiança: A Base do Comprometimento!
Publicado em 11/08/2012 às 23:38:59
Escrito por ALBERTO RUGGIERO
As pessoas com as quais trabalhamos e precisamos obter comprometimento podem tornar-se nossos adversários ou aliados, com base nas dimensões da concordância e da confiança.
Os membros da equipe podem concordar ou discordar (mesmo que não externem) quanto aos objetivos a serem alcançados e podem também confiar ou não nos outros membros da equipe quanto à maneira de agir para obter os resultados esperados.
Utilizando as duas dimensões mencionadas, podemos mapear os integrantes da equipe em uma das seguintes posições:
Aliados (alta concordância/alta confiança)
São os que compartilham de nossa visão e dos nossos objetivos. A estratégia é informá-los exatamente quanto e quais são nossos planos e objetivos pois além de estarem alinhados à visão, são pessoas nas quais podemos depositar confiança. Confiar em membros da equipe é acreditar que eles nos dizem a verdade e que podemos contar toda a história sem preocupação de que isso possa nos prejudicar.
Oponentes (alta confiança/baixa concordância)
Há pessoas em que confiamos plenamente, mas que discordam de nosso propósito, direção ou metas. Não é ruim ser oponente, pelo contrário, inclusive temos que ser gratos àqueles que se opõe a nós de uma maneira altamente confiável já que traze | | | |